Leitura e reflexão: Lagoa Azul.

Foto: Verdade na Prática 


 Lagoa Azul



Oh Lagoa Azul,
Fonte de inspiração para os poetas.
Rodeada pela natureza,
És para a mente tão poética. 

Fred explica: Jean-Jacques Rousseau e outros.

Foto: Reprodução

Coluna 3

Por: Freddy Assis Ribeiro 

19/06/2026

O ator define esse seu trabalho, da seguinte maneira. 

 "Fred explica ! é uma paródia da obra completa do Sigmund Freud que tem como título Freud explica.

São fragmentos que eu lembro de pensadores

Tempo e temperatura: Previsão do tempo.

Foto: ilustração

 



Previsão do tempo para sexta-feira dia 19 de junho de 2026 para todo o Brasil, por regiões. 

Microcontos: Estante CDXV...

Foto: Ilustração

Nesta coluna, teremos sempre alguns pequenos textos conhecidos como microcontos. Parece simples compô-los, mas não o é. Para os compor, o autor deve dispor de uma boa ideia primária a ser desenvolvida, combinada com alguma habilidade para brincar com as palavras, tudo a se encaminhar para um final contraditório, nalguns casos, ou surpreendente, noutros. 

Leitura e reflexão: Terra Seca.

Foto: Verdade na Prática 

 Terra Seca

Lá estava eu, o homem, sem forma, sem consciência, sem alma, sem vida.
Nada mais era do que o nada, tudo em mim era inexistência e vazio,
Como bem descreveu Moisés, O Teopoeta, nada mais era do que “terra seca”. 

Microcontos: Estante CDXIV...

Foto: Ilustração

Nesta coluna, teremos sempre alguns pequenos textos conhecidos como microcontos. Parece simples compô-los, mas não o é. Para os compor, o autor deve dispor de uma boa ideia primária a ser desenvolvida, combinada com alguma habilidade para brincar com as palavras, tudo a se encaminhar para um final contraditório, nalguns casos, ou surpreendente, noutros. 

Verdade na prática : Indiferença.

     

Foto: Verdade na Prática

    Indiferença





Do outro lado da rua passava ela —
Maria, Júlia, Iracema… não sei quem era.
Nos braços, uma criança de colo;
na cabeça, uma pilha de papéis —
jornais, talvez — prontos para vender.

O rosto mostrava o cansaço e a fome,
os pés, sujos, calçavam chinelas gastas.
O corpo, coberto de trapos,
falava de uma vida esquecida.

As pessoas passavam, apressadas,
fingindo não vê-la —
pois ver doía,
ver pesava na consciência.

Ela seguia o fluxo da multidão,
sempre pela beirada,
junto ao meio-fio,
para não atrapalhar ninguém.

Eu também fingi não vê-la.
Tive medo de cruzar seu olhar,
porque se o fizesse,
morreria um pouco por dentro,
por nada fazer por fora.

E então nos perguntamos:
onde estão as autoridades?
Estão onde sempre estiveram —
longe do povo,
longe do pobre,
longe da fome.

Ela se foi.
E eu fiquei —
com a alma apertada,
carregando a velha angústia
de ser, mais uma vez,
indiferente.



Autor: Luis Alexandre Ribeiro Branco




Tambem publicado em:

Verdade na Prática 

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Cascais - Lisboa - Portugal

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Geraldo Brandão

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Microcontos: Estante CDXIII...

Foto: Ilustração

Nesta coluna, teremos sempre alguns pequenos textos conhecidos como microcontos. Parece simples compô-los, mas não o é. Para os compor, o autor deve dispor de uma boa ideia primária a ser desenvolvida, combinada com alguma habilidade para brincar com as palavras, tudo a se encaminhar para um final contraditório, nalguns casos, ou surpreendente, noutros.