| Foto: Verdade na Prática |
Rio Mondego
Leio poesia como quem lê uma prece
Na busca de nela encontrar todo alento
Que minh’alma anseia.
Minh’alma vive assustada pelo vento,
Tal como um pardal assustado
Pelo vendaval.
Na poesia encontro a paz,
A palavra necessária,
E a exortação precisa
Para uma alma em rebeldia.
A poesia retira-me deste mundo frio é insensível,
Para uma nova dimensão onde os sentimentos são entidades vivas.
A poesia passa suavemente pela minh’alma,
Assim como o o Rio Mondego passa silencioso,
Pela bela Cidade de Coimbra.
Oh, rio poético, que assim como a poesia me atrai para as tuas margens!
Sentado contemplo tuas águas espelhadas,
Tal como um monge contempla o céu.
Autor: Luis Alexandre Ribeiro Branco
Tambem publicado em:
Cascais - Lisboa - Portugal
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Geraldo Brandão
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