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| Foto: Agência Brasília |
Segundo o autor da proposta, o deputado Luis Miranda (DEM-DF), muitos profissionais, durante o socorro, freiam os veículos para evitar multas; uma vez que o sistema exige que preencham formulários para comprovar que o carro estava em serviço.
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O texto aprovado no Plenário da Câmara retirou a expressão que os veículos deveriam estar “no exercício de suas atividades”. O parecer foi lido pelo deputado Aluisio Mendes (PSC-MA), que argumentou que a expressão poderia gerar burocracia, prejudicando as atividades de socorro.
Reportagem: Paloma Custódio
Fonte: Brasil 61
Foto: Agência Brasília
